Jurídico
Discurso de ódio não é “opinião”. É violência. E violência tem consequência.
Além dos projetos em empresas e escolas, a AVIVA18 atua na responsabilização jurídica de propagadores de ódio — com atenção especial ao antissemitismo, que no Brasil muitas vezes aparece disfarçado, “codificado”, embalado como crítica política, meme ou ironia. A forma muda. O alvo, não.
Nosso trabalho é técnico, cuidadoso e humano: acolhe a vítima, organiza o caso, preserva provas e busca responsabilização por vias institucionais e judiciais — sem espetáculo, sem improviso.
Até o momento, foram 85 denúncias ao Ministério Público, além de ações com resultados favoráveis.
Por que essa atuação exige especialização
Casos de ódio não são “só” casos de internet. Eles envolvem:
dinâmica de perseguição e escalada (do comentário ao ataque coordenado)
impacto psicológico real sobre a vítima (e, muitas vezes, sobre família e comunidade)
risco reputacional, profissional e de segurança
e um ponto decisivo: prova — prova digital não se “acha”, se preserva.
Para lidar com esse tema sensível, a AVIVA18 trabalha com método e rigor: direito penal, direito digital, estratégia processual, leitura de contexto e linguagem (inclusive quando o ódio vem por “apelidos”, códigos e insinuações). O que parece “ambíguo” para quem olha rápido, muitas vezes é explícito para quem sabe o que está procurando.
O que a AVIVA18 faz na prática
1) Acolhimento e orientação
A vítima não precisa “se explicar” como se estivesse pedindo desculpas por existir. Ela precisa de uma rota segura: o que registrar, o que evitar, como se proteger e como não perder prova no caminho.
2) Preservação e organização de evidências
A internet apaga rápido — ou pior: distorce rápido. Trabalhamos com organização de material, linhas do tempo, contextualização e consistência narrativa, para que o caso não vire um monte de prints soltos que ninguém consegue “ler”.
3) Encaminhamentos institucionais e medidas cabíveis
Quando o caso exige, estruturamos representações e pedidos com técnica: fatos, tipificação possível, contexto, material probatório e coerência. Não é “desabafo jurídico”. É construção de caso.
4) Atuação judicial quando necessário
Há situações em que a via judicial é o único caminho para cessar o dano, impedir continuidade, responsabilizar e produzir efeito pedagógico. E aqui vale uma regra antiga, daquelas que o mundo esquece: processo não é palco; é instrumento.
Como trabalhamos: firmeza com responsabilidade
O combate ao ódio precisa de duas coisas ao mesmo tempo:
firmeza (porque impunidade é convite)
cautela (porque um caso mal estruturado vira munição para o agressor)
Por isso, nossa atuação é guiada por critérios claros:
seriedade técnica e linguagem precisa
foco na vítima e na redução de danos
documentação e coerência (para o caso se sustentar)
discrição (porque o objetivo é resolver, não alimentar a máquina de rage)
Para quem é esta área
vítimas de antissemitismo e discurso de ódio
familiares e pessoas expostas por associação
instituições e comunidades que precisem de orientação e encaminhamento
casos com violência repetida, perseguição, difamação sistemática ou ataques coordenados
Contato
Para mais informações e triagem inicial, entre em contato:
lilia@aviva18.com.br


Telefone
Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, 1327 - cj 41
CEP 04543-011 - Vila Nova Conceição - São Paulo
